Estava eu aqui, pensando como seria mais fácil se eu ditasse as regras, se as coisas acontecessem conforme os meus planos, e se eu não precisasse mais depender dos outros. Ia ser no mínimo interessante, é claro que não ia ser muito emocionante. Não precisar levantar cedo, não ter contas pra pagar, não se preocupar com trabalhos de faculdade, não esperar ônibus na chuva, não ter que aturar o chefe, não esperar chegar o fim de semana pra sair, tomar sorvete e comer besteira.
Quer saber? Esquece o que eu disse, isso tá ficando muito chato. Vou ficar por aqui mesmo, com a minha vidinha simples, cheia de problemas e surpresas, afinal, de que adianta viver se não for pra experimentar cada rumo que a vida pode tomar.
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
Novembro de 2007
O dia amanheceu triste, talvez por causa dessa chuva insistente e chata. Mais um dia que começa. A água quente do chuveiro cai sobre o meu corpo frio trazendo uma sensação de alívio, é como se fosse a recompensa depois de todo aquele esforço para sair da cama.
Depois de um belo banho pra começar bem o dia, troco a toalha por uma roupa quente, o que é de se estranhar, pois estamos em pleno verão. Mas nem o frio, nem a chuva e nem mesmo o sono irão me impedir de fazer o que deve ser feito.
Saio de casa deixando do outro lado da porta as pessoas que eu amo. O pé que dói no sapato apertado, não imagina quão longo é o caminho. No rosto, a expressão confusa de felicidade e indecisão desperta a atenção dos carros que não param de passar.
A minha distração é inevitável, não consigo pensar, pois são muitos os porquês que me atormentam. Sem perceber o caminho percorrido, chego ao meu local de destino, um prédio grande e de vários andares... De repende me pergunto o que estaria fazendo aqui.
Ah! Desculpe, preciso ir, tenho que trabalhar.
Depois de um belo banho pra começar bem o dia, troco a toalha por uma roupa quente, o que é de se estranhar, pois estamos em pleno verão. Mas nem o frio, nem a chuva e nem mesmo o sono irão me impedir de fazer o que deve ser feito.
Saio de casa deixando do outro lado da porta as pessoas que eu amo. O pé que dói no sapato apertado, não imagina quão longo é o caminho. No rosto, a expressão confusa de felicidade e indecisão desperta a atenção dos carros que não param de passar.
A minha distração é inevitável, não consigo pensar, pois são muitos os porquês que me atormentam. Sem perceber o caminho percorrido, chego ao meu local de destino, um prédio grande e de vários andares... De repende me pergunto o que estaria fazendo aqui.
Ah! Desculpe, preciso ir, tenho que trabalhar.
Assinar:
Comentários (Atom)